Enquanto aqui nesse mundo Jesus educou os discípulos para continuarem a Sua obra após a Sua ascensão e desfrutarem de uma vida eterna por vir ao Seu lado. Não é esse o nosso desejo também? Que nossos filhos continuem nos caminhos de Deus e levem adiante a obra do nosso Pai e que alcancem muito além do que alcançamos?Que desfrutem de uma eternidade ao nosso lado e ao lado de nosso Salvador? Essas informações foram tiradas baseadas no estudo do livro: O Desejado de Todas as Nações (DTN). Que seja como benção para sua vida assim como está sendo para a minha. Na primeira parte falei sobre 16 princípios, portanto vou continuar com o número 17.

17. Atender ao chamado dos filhos por ajuda imediatamente sempre que seja para ajudá-los a livrar do pecado e a viver uma vida santa.

DTN, p. 266 – “Jesus curou o leproso imediatamente ilustrando Sua obra em libertar a alma do pecado… Em alguns casos de cura Jesus não concedeu imediatamente a benção buscada…Quando pedimos bençãos terrestres, a resposta pode ser retardada, ou Deus nos dê outra coisa que não aquilo que pedimos; não assim porém, quando pedimos livramento do pecado. É Sua vontade limpar-nos dele, tornar-nos Seus filhos e habitar-nos a viver uma vida santa.”

18. Se meus filhos pedem algo que está de acordo com a vontade do Pai Celestial devo atendê-los. João 5: 14,15

19. Trazer ânimo e conforto aos filhos. (DTN, p. 268)
Jesus era a única esperança e auxílio para o paralítico que foi descido pelo teto. Jesus lhe conforta com as palavras:”Filho, tem bom ânimo; perdoamos são os teus pecados”

20. Aceitar as gentilezas oferecidas pelos filhos. (DTN, p. 274)
Jesus aceitou a gentileza de Levi Mateus em lhe oferecer uma festa.

21. Rejeitar as distinções exteriores.
Jesus não se deixava influenciar por questão política ou distinção exterior.

22. Quando os filhos forem questionados em uma situação desconfortável posso responder à frentes deles. (DTN, p. 275)
Quando os fariseus perguntaram aos discípulos: “Porque vosso Mestre come com os publicanos e pecadores?” Jesus não esperou que os discípulos respondessem a acusação, mas Ele mesmo disse: ” Não necessitam de médico os sãos, mas sim os doentes…”

23. Usar menos palavras e mais atitudes. (DTN, p. 88)
A vida de Jesus quando menino condenava o mal. Raramente censurava qualquer mal procedimento dos irmãos, mas tinha uma palavra de Deus para lhes dirigir.

24. Colocar a vontade de Deus acima das expectativas do mundo (família e amigos) (DTN, p. 284)
Embora os rabis o seguissem com impiedosa hostilidade, Ele nem sequer parecia conformar-Se com o que requeriam, mas ia avante guardando o Sábado segundo a lei divina.

25. Se os filhos forem “acusados” por agirem diferente do costume posso defendê-los com a palavra de Deus. (DTN, p. 284)
Quando os discípulos foram acusados Jesus citou aos acusadores exemplos do Velho Testamento.

26. Estar o maior tempo possível em contato com a natureza e aproveitar essas oportunidades para falar com os filhos. (DTN, p. 290)
Jesus falou com as seguintes pessoas enquanto estavam na natureza:
*Abraão sob os carvalhais do Manre
*Isaque quando saía a orar no campo à tarde
*Jacó nas colinas de Betel
*Moises nas montanhas de Midiã
*Davi quando apascentava os rebanhos

27. Buscar conhecer o caráter dos filhos. (DTN, p. 291)
O Salvador conhecia o caráter dos homens que escolhera.

28. Dedicar tempo em oração especialmente pelos filhos.
Sabendo dos perigos que os discípulos enfrentariam Jesus foi então a orar sozinho sobre a montanha junto ao mar da Galiléia a noite inteira.

29. Rogar a Deus por ternura e longanimidade. (DTN, p. 295)
Quando João viu dia a dia a ternura e longanimidade de Jesus em contraste com seu próprio espírito violento aprendeu lições de humildade e paciência.

30. Rogar a Deus por Paciência.
Jesus lidou pacientemente com a incredulidade de Filipe.

31. Não se afastar quando os filhos eram.
O Salvador não se afastava dos discípulos por causa de suas fraquezas e erros. Contemplando a Cristo, transformaram-se no caráter.

32. Não atacar os erros, mas vez disso, apresentar algo melhor. (DTN, p. 299)
No Sermão do Monte, Jesus procurou desfazer a obra da falsa educação… ensinou-lhes alguma coisa infinitamente melhor do que conheciam

33. Ter palavras de advertência, súplica e animação aos filhos. (DTN, p. 298)
Cristo… com palavras de advertência, súplica e animação buscava erguer a todos quantos iam ter com Ele.

34. Ter SEMPRE bom ânimo. (DTN, p. 330)
Entre as maiores oposições e o mais cruel tratamento, ainda Ele estava de bom ânimo.
É o amor por si mesmo que traz desassossego. Quando somos nascidos de cima, encontrar-se-á em nós o mesmo espírito que havia em Jesus. Ver promessas de Ex.33:14 e Jeremias 6:16

35. Não ter medo, mas estar SEMPRE em paz dependendo e confiando no poder do Pai. (DTN, p. 336-337)
* Quando Jesus foi despertado para enfrentar a tempestade estava em perfeita paz… confiava no poder de Seu Pai.
* Quando os dois homens loucos vieram atacar, Jesus não fugiu em
presença desses demônios.

36. Quando a vontade dos filhos não pode ser atendida no tempo deles, mostrar que a espera é compensadora. (DTN, p. 347)
Jairo teve que esperar para receber o que desejava, mais foi compensador.

37. Conservar sempre firme na memória todos os dons e bênçãos recebidos.
Jesus desejava que a mulher que tinha sido curada da doença de 12 anos reconhecesse a benção recebida.

38. Dar instruções diárias (DTN, p. 349)
Jesus dava aos apóstolos instruções diárias.

Irmãos e irmãs queridos, como escrevi anteriormente não é uma lista para acharmos que poderemos ir seguindo…Só conseguiremos agir como Jesus agiu se estivermos submissos á vontade do Pai como Ele estava e dependentes de Jesus todo o tempo. Todo o Céu está a nossa disposição para nos ajudar! Vamos utilizar esse presente! Somos os ramos. Vamos deixar a videira produzir em nos doces frutos?

Angélica Gomide

Princípios de Educação Baseados na Vida de Jesus – Parte 2

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