Algumas semanas atrás comecei a ler o livro “O Maior Discurso de Cristo” e cada vez fico mais impressionada com as maravilhosas lições que estou aprendendo. Decidi compartilhar algumas dessas lições aqui no blog. Já publiquei a postagem A Graça e o Casamento e hoje compartilho outro trecho do livro que tocou meu coração.

É Aquele que fez as flores e que deu às aves o seu cântico, que diz: “Vejam como crescem os lírios do campo” ) Mt 6:28), “observem as aves do céu” (Mt 6:26).

Na beleza das coisas da natureza podemos aprender mais da sabedoria de Deus do que sabem os eruditos. Nas pétalas do lírio, escreveu Ele uma mensagem para nós – escreveu-a em uma linguagem que nosso coração só pode ler à medida que desaprender as lições de desconfiança e egoísmo, de corrosivo cuidado (i.e. preocupação).

Por que nos deu Ele as aves canoras e as flores gentis, se não pelo transbordante amor de um coração de Pai, que desejava tornar luminosa e alegre a nossa vida?

Tudo quanto nos era necessário à existência nos teria sido facultado mesmo sem as flores e os pássaros, mas Deus não estava satisfeito com o prover meramente o necessário para a vida. Ele encheu a Terra, o espaço e o firmamento com traços de beleza a fim de nos mostrar os pensamentos de amor que nutre a nosso respeito. A beleza de todas as coisas criadas não é senão um vislumbre do esplendor de Sua glória. Se Ele prodigalizou tão infinita maestria nas coisas da natureza para nossa felicidade e alegria, podemos acaso duvidar de que nos conceda toda bênção necessária?
“Vejam como crescem os lírios” (Mt 6:28). Toda flor que abre suas pétalas à luz solar obedece às mesmas grandes leis que regem as estrelas; e como é simples e suave a sua existência! Por meio das flores, Deus queria chamar-nos a atenção para a beleza do caráter cristão. Aquele que tal graça comunicou às flores, deseja muito mais que nossa vida seja revestida com a beleza do caráter e Cristo.
A lei de Deus é a lei do amor. Ele nos circundou de beleza a fim de nos ensinar que não fomos colocados na Terra apenas para labutar pelo próprio eu, cavar e construir, trabalhar muito e correr, mas tornar a vida luminosa, feliz e bela com o amor de Cristo – para, como as flores, alegrar a vida dos outros mediante o ministério do amor.
O Maior Discurso de Cristo, p. 62. (Comentários em itálico).
O Ministério do Amor

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *