Algum tempo atrás, passamos por uma experiência que tem nos ajudado a aprender a confiar mais nas providências que Deus nos deu através da natureza.

Numa tarde de sexta-feira percebemos que nossa filha Sarah estava febril. A febre era baixa e além de indisposição ela não apresentava nenhum outro sintoma. Havia levado uma picada de “formiga” e achamos que era alguma alergia à picada. Controlamos a febre com antitérmicos e lenços umedecidos na testa, mas a febre não passou durante a noite.
Pensei na ideia de fazer uma lavagem intestinal nela. Quando pequena, minha mãe ocasionalmente recorria a este tratamento para febre, o que não era muito apreciado por nós os filhos. Mas, ao mesmo tempo pensei que a Sarah provavelmente não iria gostar, que daria muito trabalho, que talvez não resolvesse, etc.
No dia seguinte antes de ir para a igreja passamos no hospital, contei ao médico o que havia acontecido e após examiná-la ele achou que realmente era consequência da picada. Passou uma pomada para a picada e dipirona para a febre.
A febre continuou durante o dia, ela não quis comer e de madrugada começou a vomitar bílis. Ficamos assustados e corremos com ela para um pediatra. Após examiná-la ele disse que ela estava com uma grave infecção intestinal e início de desidratação. Pediu um exame de sangue passou uma injeção para cortar o enjoou, uma injeção para cortar a febre, soro para a desidratação e 5 injeções de antibiótico para a acabar com a infecção intestinal, pois de acordo com ele, a antibiótico oral não seria o suficiente no caso dela.
Disse a ele que gostava de tratamentos naturais e perguntei se poderia fazer uma lavagem intestinal nela. O médico foi absolutamente contra e disse que jamais fizesse aquilo pois prejudicaria a Sarah. Então, tentei tirar a idéia da cabeça e muito contra vontade fomos para a farmácia.
Passamos a semana inteira levando-a a farmácia. Foi muito doloroso vê-la lentamente se recuperando daquela infecção. Finalmente, no sábado seguinte, ela estava bem e por mais dois dias continuou bem até que de repente começou tudo de novo, só que dessa vez os sintomas vieram com muito mais força. Era noite e ela estava vomitando, e com febre bem mais alta que antes.
Meu esposo e eu começamos a orar e conversar sobre o que deveríamos fazer. Já era tarde, não queríamos levá-la ao hospital novamente. O médico havia nos dado o número do celular para qualquer emergência, mas não queríamos vê-la tomando mais antibióticos. Demos dipirona para abaixar a febre e fui para o computador pesquisar alguma coisa. Mais uma vez, me veio o pensamento de fazer uma lavagem intestinal, pois sabia que era um tratamento bom, tanto para a febre como para infecção intestinal. Enquanto pesquisava na Internet descobri que às vezes o corpo rejeita o antibiótico causando outra infecção intestinal (o que mais tarde confirmei com outra médica) então, apesar de ainda não saber o que fazer, decidimos que tentaríamos resolver o problema com tratamento natural.
Já fazia mais de uma hora que tínhamos dado dipirona para ela e a febre estava em 39.5°, ainda mais alta que antes. Seguindo os livros de tratamento natural, enfaixamos um pano molhado no tórax dela, depois uma toalha seca e a cobrimos com um lençol. Além disso, colocamos um lenço úmido na testa e na nuca. Eu me deitei ao lado dela, e aos poucos percebi que sua respiração foi ficando mais tranqüila. Uma hora depois ela estava dormindo profundamente e a febre havia passado, para não mais voltar.
Na manhã seguinte, explicamos para a Sarah, que iríamos fazer uma lavagem intestinal para evitar que ela não tivesse que voltar a tomar às injeções. Ele aceitou prontamente e para nossa surpresa não reclamou uma só vez. Três horas depois da primeira aplicação ela estava mais corada, sorrindo e conversando. Juntamente com a lavagem, demos soro e lentamente introduzimos alimentos apropriados. Fizemos mais uma aplicação à tarde e na manhã seguinte, quando ela já estava pulando e brincando com a irmã pela casa.
Apesar de ainda sentirmos um pouquinho de medo dos sintomas voltarem, acima de tudo sentimos reverência ao reconhecer que Deus honrou nossa pequenina fé e agiu através dos tratamentos naturais, bem diante dos nossos olhos.
Depois dessa experiência temos procurado fazer o que sabemos de forma natural para resolver problemas simples de saúde, e aprender outros tratamentos de acordo com as provisões que nosso bondoso Deus nos deu.

 “Os meios naturais, usados em harmonia com a vontade de Deus, produzem resultados sobrenaturais. Pedimos um milagre, e o Senhor dirige a mente a algum remédio simples.” Mensagens Escolhidas, v. 2, p. 346).

“Ar puro, luz solar, abstinência, repouso, exercício, regime conveniente, uso de água e confiança no poder divino – eis os verdadeiros remédios. Toda pessoa deve possuir conhecimentos dos meios terapêuticos naturais, e da maneira de aplicá-los. É essencial tanto compreender os princípios envolvidos no tratamento do doente como ter um preparo prático que habilite a empregar devidamente esse conhecimento.”  Ciência do Bom Viver, 127.

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Confiando na Medicina de Deus

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