Utilizando Histórias Simples para Ensinar Lições Importantes

Uma das maneiras que nosso Salvador ensinava era através de histórias:

O Ensino por parábolas era popular e atraía o respeito e a atenção, não só dos judeus mas também de outras nações. Ele não poderia haver usado método de ensino mais eficaz.” Parábolas de Jesus, p. 4.

Quem não gosta de ouvir uma boa história, não é verdade?

Alguns anos atrás começamos aqui em casa um momento de história em família. Líamos juntos algumas páginas de um livro bem interessante de histórias de missionários ou de pioneiros da nossa igreja. Como meu esposo também ama ouvir histórias (e os meninos achavam mais legal com toda a família reunida) deixávamos esse tempo ser bem antes da hora de dormir ou algumas vezes logo após o almoço, pois era o momento que o papai estava presente. Era até um incentivo para as crianças, pois eu avisava que se eles estivessem prontos a uma hora determinada poderíamos ter esse momento, mas se ficasse muito tarde não daria.

Quando eu dizia que tinham que estar prontinhos de banho tomado, dente escovado e de pijamas só faltando ir para a cama, sempre funcionava. Então, fazíamos o culto e íamos para o momento da história. Em determinadas ocasiões eles desenhavam e pintavam enquanto ouviam as histórias. Outras vezes, já maiores, gostavam de ficar “esculpindo” alguma pauzinho com um canivete (eu até ganhei uma colher de pau, uma vez). As vezes não queriam fazer nada, só ouvir e outras vezes, eles mesmos queriam ler pra nós os pais. Como aprendemos com as histórias.

Vamos abordar qual o parâmetro que devemos utilizar na escolha de histórias para nossos filhos e abordaremos também as seguintes categorias de histórias:

1. Histórias bíblicas

2. Histórias dos reformadores

3. Histórias dos pioneiros da nossa igreja

4. Histórias de missionários do passado e atuais

5. Histórias gerais que contribuam para o construção do caráter

O objetivo desse assunto é inspirar nossos filhos a amar e servir ao Senhor por toda a vida utilizando ilustrações da vida de grandes homens e mulheres que temiam ao Senhor.

Qual seria o parâmetro para escolhermos uma história?

Para nós aqui em casa Filipenses 4:8 é o nosso filtro:

Tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude, e se algum louvor, nisso pensai.”

Para mim, esse verso já é o suficiente, mas nosso Deus maravilhosos e amoroso ainda nos deixou informações mais mastigadinhas para não acontecer de cairmos nas armadilhas do inimigo.

Sabemos também que o melhor meio de impedir o crescimento do mal é ocupar previamente o terreno.(Conselhos aos Professores, Pais e Estudantes, p. 136)

O Livro Conselhos aos Professores, Pais e Estudantes tem um capítulo muito útil chamado: “Que lerão nossos filhos?” Há também várias partes do livro Educação vem ao nosso auxilio nesse assunto.

O QUE LER:

1. A Bíblia – Sempre pedindo o auxilio do Espírito Santo para o entendimento

Por que ler: Porque é o Livro dos livros. Porque o estudo diário das Escrituras tem influência santificadora, enobrecedora sobre o espírito. A mente e coração adquirirão nova força, nova vida. Porque o estudo da Bíblia exige o nosso mais diligente esforço e constante pensamento. É uma guarda segura contra a degeneração. A mente se expande e fortalece. (Eu poderia escrever um livro só falando dos benefícios de se estudar a Bíblia, mas vou parar por aqui…)

1.a Biografias Bíblicas

Porque ler: Porque nenhuma parte da Bíblia é de maior valor para fins educativos do que as suas biografias. Estas diferem de todas as outras, visto serem absolutamente fiéis.

1.b História da Humanidade e Profecia

Por que ler: Porque a Bíblia é o relato de história mais antigo e mais compreensivo que o homem possui.

1.c Histórias da Natureza

Por que Ler: Porque para a criancinha, ainda incapaz de aprender pela página impressa, ou tomar parte nos trabalhos de uma sala de aulas, a Natureza apresenta uma fonte infalível de instrução e deleite… E para os mais velhos, que necessitam continuamente desta silenciosa lembrança das coisas espirituais e eternas, as lições tiradas da Natureza serão uma fonte de prazer e instrução. O invisível acha-se ilustrado pelo visível. (Educação, p. 100)

1.d Histórias das Parábolas

Por que ler: Porque no ensino por parábolas, é manifesto o mesmo princípio da missão de Cristo ao mundo.

1.e Poesias

Por que ler: Porque as mais antigas bem como as mais sublimes expressões poéticas que se conhecem, encontram-se nas Escrituras. Antes que os primeiros poetas do mundo houvessem cantado, o pastor de Midiã já as registrou. Apresentam o caráter de Deus através da beleza das palavras.

1. f Hinos

Por que ler/cantar: Porque a história dos cânticos da Bíblia está repleta de sugestões quanto aos usos e benefícios da música e do canto.

“Porque grandes têm sido as bênçãos recebidas pelos homens em resposta aos cânticos de louvor. Porque pelos cânticos da Bíblia podemos entreter comunhão com o céu.

“Porque poucos meios há mais eficazes para fixar Suas palavras na memória do que repeti-las em cânticos. E tal cântico tem maravilhoso poder. Tem poder para subjugar as naturezas rudes e incultas; poder para suscitar pensamentos e despertar simpatia, para promover a harmonia de ação e banir a tristeza e os maus pressentimentos, os quais destroem o ânimo e debilitam o esforço.

“Porque é um dos meios mais eficazes para impressionar o coração com as verdades espirituais. Quantas vezes, ao coração oprimido duramente e pronto a desesperar, vêm à memória algumas das palavras de Deus – as de um estribilho, há muito esquecido, de um hino da infância – e as tentações perdem o seu poder, a vida assume nova significação e novo propósito, e o ânimo e a alegria se comunicam a outras pessoas!” (Educação, p. 168).

2. Histórias Sensíveis/Sensatas que apontarão o interesse para a Bíblia

Por que ler: Porque levará a mente a ter interesse na narração, história e argumentação da Bíblia.

3. Histórias que lançem luz sobre a Bíblia

Por que ler: Porque fará aumentar o desejo de estudar a Bíblia.

4. Histórias da Lição da Escola Sabatina

Por que Ler: Porque proporciona a pais e filhos uma oportunidade para o estudo da Palavra de Deus e ensinam verdades espirituais. Dá a oportunidade de procurar amplo significado as passagens bíblica. Dá a oportunidade de armazenar as palavras da verdade através da memorização e tal hábito será valiosíssimo no crescimento espiritual. (Conselhos aos Professores, Pais e Estudantes, p. 137).

5. Literaturas sobre Saúde

Por que Ler: Porque contribuirá para o preparo na obra médico missionária. Ajudará a compreender a filosofia da saúde. Porque os que estudam e praticam os princípios do viver saudável, serão grandemente abençoados, física e espiritualmente. A compreensão da filosofia da saúde é uma salvaguarda contra muitos males que estão continuamente aumentando. (Conselhos aos Professores, Pais e Estudantes, p. 138).

6. Literaturas sobre Saúde

Por que ler: Porque eles tem testemunhado do poder da Palavra de Deus contra o poder e astúcia humanos em apoio do mal. Tais constituem a verdadeira nobreza do mundo. Tais são a sua linhagem real. Nesta linhagem a juventude de hoje é chamada a tomar lugar. (Educação, p. 255 )

Exemplos citados por EGW: Os valdenses e os huguenotes, Wycliffe e Huss, Jerônimo e Lutero, Tyndale e Knox, Zinzendorf e Wesley (Educação, p. 254), Zwinglio, Cranmer, Latimer e Knox (Atos dos Apóstolos, p. 333), José Wolff (O Grande Conflito, p. 160)

7. História dos Pioneiros da Nossa Igreja

Por que ler: Porque ao recapitular a nossa história passada, havendo revisado cada passo de nosso progresso até ao nosso nível atual, podemos dizer: Louvado seja Deus! Ao ver o que o Senhor tem executado, encho-nos de admiração e de confiança na liderança de Cristo. Nada temos que recear quanto ao futuro, a menos que esqueçamos a maneira em que o Senhor nos tem guiado, e os ensinos que nos ministrou no passado.

8. História dos Missionários

Por que ler: Para despertar nas crianças e nos jovens simpatia e espírito de sacrifício pelos milhões que sofrem nas regiões distantes e familiarizem-se com seus países e povos. (Educação, p. 269)

Sugestões dadas por Ellen White: Moffat e Livingstone, Carey, e histórias atuais de esforço missionário. (Educação, p. 269)

Nossos jovens devem ler aquilo que exerça no espírito um efeito saudável, santificador. Isto necessitam eles, a fim de serem capazes de discernir o que seja a verdadeira religião.” (Fundamentos da Educação Cristã, p. 547).

O QUE NÃO LER:

O Livro “Conselhos aos Professores, Pais e Estudantes” nos alerta do perigo em determinados tipos de leitura. A partir da página 132 encontramos um guia que além de apresentar o que não ler apresenta também o porque não se deve ler. Como nosso Pai nos ama em nos dar tanto esclarecimento. Vamos estudá-los!

1. Periódicos e jornais que contém histórias em série, as quais não deixam impressão para o bem na mente das crianças e jovens.

Por que não devo ler isso? Porque cultiva o gosto pela ficção

2. Histórias Fictícias.

Por que não devo ler isso? Porque tira a verdadeira piedade e religião prática. Fazem não refletir a luz sobre outros.

3. Revistas e jornais que contenham histórias de “amor” e excitantes contos frívolos.

Por que não devo ler isso? Porque é uma maldição para qualquer um que leia, mesmo que o autor aponte para uma boa lição de moral. Torna a pessoa inapta para os deveres da vida prática. Faz a pessoa ficar vivendo em um mundo irreal. Ficam incapazes de conversar a não ser assuntos triviais. Pensamentos e conversas religiosos serão alheios ao seu espírito.

4. Tópicos sensacionalistas como por exemplo esquemas de como ganhar dinheiro.

Porque não devo ler isso? Porque há uma fascinação satânica em livros como esse.

5. Histórias de crimes e atrocidades.

Por que não devo ler isso? Porque tem um poder enfeitiçador sobre muitos fazendo com que os levem a pensar o que podem fazer para serem notados, mesmo sendo ações terríveis e más.

6. Temas sobre escritos históricos que apresentem crueldades ou práticas licenciosas.

Por que não devo ler isso? Porque age como fermento em muitas mentes, levando a execução de atos similares.

7. Histórias que apresentem práticas satânicas de seres humanos.

Por que não devo ler isso? Porque esses atos horríveis não devem ser vividos novamente. Quando o intelecto recebe essas informações os pensamentos se tornarão impuros e sensuais.

8. Histórias excitantes.

Por que não devo ler isso? Porque os que condescendem com o hábito de como que “devorar” uma história excitante, estão simplesmente invalidando sua força mental e inabilitando o espírito para o pensamento e investigações vigorosos. Alguns jovens, e mesmo pessoas de idade madura, têm sofrido de paralisia, proveniente de nenhuma outra causa que não o excesso na leitura. A força nervosa do cérebro foi conservada em constante excitação, até que esse maquinismo delicado se tornou exausto, recusando-se a agir. Algumas partes de seu delicado mecanismo deram de si, e como resultado houve a paralisia.

9. Histórias de autores infiéis.

Por que não devo ler isso? Porque essas histórias são inspiradas pelo inimigo da verdade, e ninguém as pode ler sem colocar sua alma em perigo. Se colocam no terreno de Satanás, e ele tira disto a maior vantage. Com um poder fascinante, sedutor, a incredulidade se apodera da mente.

“O mundo está inundado de livros que melhor seria queimar do que fazê-los circular” CP133

Palavras da irmã White alguns meses antes de morrer:

“Não espero viver muito. Minha obra está quase concluída. Dizei aos nossos jovens que eu quero que minhas palavras os animem naquela maneira de viver que mais atrativa será aos seres celestes, e que sua influência sobre os outros seja enobrecedora.

“Estive, durante as horas da noite, pondo de lado livros que não são de proveito para os moços. Devemos escolher-lhes livros que os estimulem à sinceridade de vida, e os levem a abrir a Palavra. Isto me foi apresentado em tempos passados, e pensei pôr isto diante de vós, e assentá-lo. Não nos podemos permitir oferecer à mocidade leitura destituída de valor. Necessitam-se livros que sejam uma bênção à mente e à alma. Estas coisas são consideradas com demasiada leviandade; portanto, nosso povo se deve familiarizar com o que estou dizendo.” (Fundamentos da Educação Cristã, p. 547, 548).

Eu sempre procurei ser bem seletiva e cautelosa na escolha das leituras para meus filhos, mesmo assim, ao refazer esse estudo aprendi coisas que sem perceber deixei passar. Se você perceber que já errou, não se desespere, se desculpe com seu filho(a) e explique que vamos a partir de agora escolher somente o que se encaixa nos parâmetros deixados pelo Senhor.

“Irmãos, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam e avançando para as coisas que estão diante de mim, prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.” Filipenses 3:13, 14.

Angélica Gomide

Como Desenvolver o Potencial das Crianças

“O verdadeiro educador, conservando em vista aquilo que seus discípulos podem tornar-se, reconhecerá o valor do material com que trabalha” (Educação, p. 232).

“Muitos jovens que aparentemente nada prometem, são ricamente dotados de talentos que não aplicam a uso algum. Suas faculdades permanecem ocultas por causa da falta de discernimento por parte de seus educadores” (Educação, p. 232).

Na tarefa de educar crianças é muito importante ficar atento aos talentos individuais. Atividades variadas nos dão mais oportunidades desses talentos aparecerem. Podem ser talentos, sociais, físicos, intelectuais ou emocionais, como por exemplo, o auto controle.

“Em muito menino ou menina de aparência tão pouco atraente como a pedra não lavrada, pode-se encontrar precioso material que resista à prova do calor, tempestade e pressão” (Educação, p. 232).

Encontrar esse material precioso e dar oportunidade para ser desenvolvido e usado é muito importante. Importante também é as crianças entenderem que seus talentos são diferentes e o tempo de cada um é diferente para não haver comparação, competição ou cobrança. Se for comparar, deveria ser o ponto forte de um com o ponto forte do outro. Um lê muito bem, mas o outro sabe treinar animais super bem, por exemplo. Isto não quer dizer que vamos negligenciar desenvolver os pontos fracos, mas vamos encontrar e trabalhar naquilo que gostam e lhes dará sucesso.

Fizeram teste de inteligência nas crianças de uma classe no começo do ano escolar e informaram a professora dos resultados. Disseram que embora ela soubesse quem eram os muito inteligentes e os menos inteligentes, não deveria nunca usar essa informação para tratá-los diferentemente e que estaria sendo todo o tempo observada neste sentido. Ela se comportou ‘bem’ e não fez diferenciação entre as crianças. No final do ano, como previsto, os mais inteligentes tinham as melhores notas e melhor desempenho, os menos inteligentes as menores notas, o pior desempenho.

O incrível desse experimento é que os resultados não eram verdadeiros. Eles atribuíram valores não correspondentes ao QI das crianças. Embora ela tivesse tratado os alunos sem parcialidade, as crianças reagiram e responderam conforme as expectativas da professora, expectativas nunca mencionadas. As crianças mesmas nunca receberam os resultados dos testes.

Passamos nossas expectativas para nossos filhos muito mais que só com palavras. Precisamos fazer como Cristo: “Cristo discernia possibilidades em todo ser humano” (Educação, p. 232).

Como podemos fazer isto?

1. Prover atividades e oportunidades diferentes para as crianças.

2. Ser observadores atentos para discernir as frutas na semente. Os talentos e interesses não desenvolvidos.

3. Dar condições para cada talento ou aptidão ser desenvolvida tanto quanto possível e usá-la para o serviço em prol de outros.

4. Evitar comparações entre as crianças e ajudá-las a ver e respeitar as diferenças individuais.

5. Levá-los a entender que talentos são presentes de Deus que nada fizemos para merecer mas que temos a responsabilidade de fazê-lo crescer e se multiplicar para com ele abençoar o mundo e honrar a Deus.

6. Ter confiança que Deus fará grandes coisas através de nossos filhos.

Que Deus nos ajude a perceber e ajudar as crianças sob nossos cuidados a desenvolver todos os seus talentos.

Abraço, Silvia Martins

Controle do Tempo e o Vício da Mídia

Você tem dificuldade em organizar sua vida familiar, mas facilmente acompanha vários grupos nas redes sociais? Então, cuidado, você pode estar desenvolvendo o vício da mídia que poderá trazer sérias consequências para sua família. Isto não é, no entanto, razão para se desesperar, mas pedir a ajuda de Deus e decidir agir diferente.

Veja como um jovem pai reverteu o vício da mídia em sua vida dele apenas seguindo este sábio conselho deixado a nós à muito tempo atrás:

“Tanto quanto possível, é bom considerar o que deve ser realizado durante o dia. Fazei uma lista dos diferentes deveres que aguardam a vossa atenção e ponde de parte certo tempo para a realização de cada um deles. Faça-se tudo completamente e com correção e desenvoltura. Se vos tocar a sorte de fazer arrumação, então cuidai de que os quartos estejam bem arejados e a roupa de cama seja exposta ao sol. Marcai uma certa quantidade de minutos para fazer o trabalho, e não pareis para ler os jornais e livros em que os vossos olhos recaem, mas dizei a vós mesmos: “Não, só tenho tantos minutos para fazer o trabalho e devo realizar minha tarefa no tempo determinado.” (Orientação da Criança, p. 74).

O princípio que Ellen White está enfatizando no parágrafo acima é conhecido hoje como Timeboxing. O uso secular visa o aumento de produtividade e redução de custos em gestão de projetos e em gestão pessoal de tempo.

A gestão tradicional de tarefas estabelece o resultado como uma constante e o tempo torna-se a variável. O que EW propõe é o oposto: fixar o tempo e entregar o resultado dentro do tempo determinado.

Isso é algo antinatural. O que fazemos naturalmente é utilizar todo o tempo que temos para desempenhar uma tarefa. Quanto mais tempo tivermos, mais tempo tendemos a gastar na tarefa, em geral por dois erros: indolência e perfeccionismo. Ou somos lentos, ou tendemos a melhorar algo que já está pronto (ou os dois).

Considerando que “O valor do tempo supera toda computação” (PJ, 182) faz todo o sentido essa inversão, proposta por EW. Devemos olhar o tempo como o recurso mais valioso e limitado, e então alocá-lo racionalmente.

“Os pais devem ensinar a seus filhos o valor e o bom uso do tempo. Ensinai-lhes que é digno esforçar-se para fazer algo que honre a Deus e abençoe a humanidade. Mesmo na infância podem ser missionários para Deus.” (Parábolas de Jesus, 184).

Foi isso que me ajudou e continua me ajudando a vencer meu vício. Compreendo que não é algo simples, na verdade é um trabalho para a vida toda. Quando eu comecei a perceber o valor do tempo as coisas mudaram na minha vida. Eu sou capaz de identificar um mal caminho logo no início e pelo auxílio divino tenho vencido minha inclinação. A verdade é que hoje vejo com tristeza como é generalizado esse grande mal. Minha opinião, portanto, é de que esses princípios, se ensinados aos filhos, serão uma salvaguarda.

Sugiro que você leia a respeito de timeboxing, submetendo tudo aos princípios divinos e aplicando na vida prática. Quando as crianças também entenderem que podem ser mais produtivas em menos tempo, ficarão mais felizes por alcançar seus objetivos úteis, tudo dentro de um plano racional, sem serem levadas por anúncios ou mensagens distrativas:

“Marcai uma certa quantidade de minutos para fazer o trabalho, e não pareis para (…) [ver os vídeos sugeridos e anúncios] em que os vossos olhos recaem, mas dizei a vós mesmos: “Não, só tenho tantos minutos para fazer o trabalho e devo realizar minha tarefa no tempo determinado.” (Orientação da Criança, p 74).

Talvez uma das principais razões pelas quais muitas pessoas acabam se viciando em mídia, é por que precisam de um escape das pressões da vida. Não tem nada de errado em desejar tirar um tempo para relaxar e descansar. Isto não é apenas normal como necessário, mas para fazermos isto de modo que será um benefício e não um malefício, precisamos também saber escolher as atividades que faremos. E como podemos escolher sabiamente? A resposta está em outra pergunta feita por este jovem pai, e na compreensão da diferença entre atividades que promovem recreação e diversão.

A pergunta essencial é: me sinto mais disposto e com vontade de ler a Bíblia depois de terminar minha atividade?

“Há diferença entre recreação e divertimento. A recreação, na verdadeira acepção do termo — recriação — tende a fortalecer e construir. Afastando-nos de nossos cuidados e ocupações usuais, proporciona descanso ao espírito e ao corpo, e assim nos habilita a voltar com novo vigor ao sério trabalho da vida. O divertimento, por outro lado, é procurado com o fim de proporcionar prazer, e é muitas vezes levado ao excesso; absorve as energias que são necessárias para o trabalho útil, e desta maneira se revela um estorvo ao verdadeiro êxito da vida.” (Educação, p. 207).

RECREAÇÃO

DIVERTIMENTO

Objetivo

Afastar “de nossos cuidados e ocupações usuais”

“procurado com o fim de proporcionar prazer”

Energia

“proporciona descanso ao espírito e ao corpo”

“muitas vezes levado ao excesso”

Trabalho

“habilita a voltar com novo vigor ao sério trabalho da vida”

“absorve as energias que são necessárias para o trabalho útil”

Resultado

“tende a fortalecer e construir”

“um estorvo ao verdadeiro êxito da vida”

Que Deus nos ajude a controlar nosso tempo de modo saudável evitando desenvolver vícios negativos e que Ele também nos ajude a saber como escolher atividades recreativas saudáveis.

Texto: Rafael Cruz / Comentários: Rute Bazan

Quando foi que elas cresceram?

Talvez aconteceu enquanto dormíamos, ou enquanto não estávamos olhando, mas aconteceu muito rápido, muito mais rápido do que a gente esperava. Parece que foi ontem que elas nasceram, parece que foi ontem que eram duas menininhas totalmente dependentes do papai e da mamãe. Não sei bem como foi, mas cresceram rápido demais, rápido demais para a gente lembrar de cada detalhe que aconteceu, mas devagar o suficiente para encher nosso coração de momentos especiais e lembranças que nos dizem que valeu à pena. Valeu a pena ficar em casa, desligar o celular, rejeitar compromissos, viver longe de distrações, e educar 24 horas por dia.

Valeu a pena estar por perto, para conhecer suas qualidades e os defeitos, que espelham as nossas qualidades e defeitos. Valeu a pena ter tempo para mostrar o amor de Deus nos pequenos detalhes da natureza, ensinar que a Bíblia não é um livro velho na prateleira, mas a Palavra viva de Deus relevante para a vida de duas adolescentes no século 21. Valeu a pena ensinar que Ele é o melhor amigo, o único que as ama incondicionalmente e estará sempre ao lado delas.

Esses dias, a maior foi para sua primeira escola missionária por um mês e a menor se tornou adolescente. A ideia de não termos mais “criança” em casa nos assusta um pouquinho, apesar de que ser criança não depende da carteira de identidade, mas do coração, e sendo assim todos podemos escolher continuar na infância de escolher ser feliz todo dia, de valorizar pequenas coisas e de aprender com tudo e todos.

E a adolescência, ao contrário do que muitos dizem, também é uma delícia! É uma delícia quando sabemos que ainda somos seus melhores amigos, quando sabemos que é para nós que elas correm para pedir conselhos, que é conosco que elas compartilham medos e sonhos, e é em nosso ombro que elas choram quando nada parece fazer sentido. É uma delícia, as vezes, conversar até tarde da noite e acordar mais cansados pela manhã, mas com o coração cheio de alegria, porque ainda somos seus confidentes.

A adolescência é quando tudo aquilo que ensinamos até aqui vêm à tona, tanto os acertos como os desacertos. E o que fazemos com eles? Celebramos os acertos, reconhecendo que acima de nós Deus estava ali ensinando e guiando. E quando aos desacertos? Continuamos lutando, confiando e suplicando sabedoria sabendo que o mesmo Deus guio os acertos pode corrigir os desacertos.

Nosso coração dói de saudade, dos tempos que jamais voltarão, mas exulta de alegria de ver que vale a pena ser pais, fracos e falhos, mas realizados sob a direção do Pai do céu.

Lições da Horta para o Pais

Muitos pais quando começam a estudar os princípios educacionais divinos tem uma certa dificuldade em saber como tirar lições espirituais da natureza. Quando você cultiva o solo, no momento em que você está ali trabalhando, essas lições quase que fluem naturalmente, se você dirigir seus pensamentos a Deus. Deus deseja nos ensinar, e ao estarmos na situação ideal, e lhe pedirmos Eles sempre nos responde. Tenho experimentado isso cada vez que vou trabalhar na horta. Mais do que estar ali para dar uma oportunidade para minhas filhas aprenderem da natureza, estou ali para que Deus me ensine também. No livro Educação, p. 79 lemos:

“E para os mais velhos, que necessitam continuamente desta silenciosa lembrança das coisas espirituais e eternas, as lições tiradas da Natureza não serão uma fonte inferior de prazer e instrução. Como os moradores do Éden aprendiam nas páginas da Natureza, como Moisés discernia os traços da escrita de Deus nas planícies e montanhas da Arábia, e o menino Jesus nas colinas de Nazaré, assim poderão os filhos de hoje aprender acerca dEle. O invisível acha-se ilustrado pelo visível. Sobre todas as coisas na Terra, desde a árvore mais altaneira da floresta até ao líquen que se apega ao rochedo, desde o oceano ilimitado até a mais tênue concha na praia, poderão eles contemplar a imagem e inscrição de Deus.”

Recentemente iniciamos um projeto na horta em família, e me lembro que no primeiro dia, passamos a maior parte do tempo simplesmente limpando os canteiros. Estávamos trabalhando em uma horta que já havia sido cultivada, a terra estava preparada, mas após o inverno haviam muitas ervas daninhas secas, raízes velhas e restos de plantas que tinham sido cultivadas. Nosso primeiro trabalho, então, foi limpar os canteiros. Ao começar o trabalho veio à minha mente o trabalho que nós pais fazemos com nossos filhos.

Antes de podermos trabalhar no canteiro do coração deles precisamos remover as coisas indesejáveis da vida. Precisamos parar e pensar “que fontes (influências) tem alimentado pensamentos errados na mente deles?”, algo que está vindo pela mídia, contato com amigos que os influenciam para o mal, ou quem sabe estão tendo muito tempo ocioso e o inimigo os tem tentado para o mal?

Quando decidimos educar nossos filhos para o bem, todas as influências do mal precisam ser removidas primeiro. Não podemos cultivar novas plantinhas em um terreno sujo, precisamos limpá-lo primeiro.

Aprendi também uma segunda lição após limparmos os canteiros. O solo já estava bem afofado e pronto para o plantio, mas notamos que antes mesmo de plantarmos as sementes, as raízes das ervas daninhas que estavam adormecidas no inverno tinham acordado e já estavam brotando.

Ao arrancá-las percebi que algumas delas tinham raízes muito longas e profundas. Um tipo específico de erva daninha comum que encontrei tinha raízes de mais de meio metro de comprimento. Eu tinha que ir cavando em volta e puxando até chegar no fim da raiz, porque se deixasse um pouquinho da raiz ali ela brotaria novamente. Mais uma vez Deus trouxe lições espirituais à minha mente.

Muitos de nós, como foi o meu caso, conhecemos os princípios da verdadeira educação depois que nossos filhos já tinham uma certa idade, “espiritualmente falando” isto quer dizer que não tivemos a oportunidade de preparar o solo jardim do coração deles desde o início. Durante os primeiros anos então, muitas influências negativas “ervas daninhas” foram plantadas ali sem que percebêssemos e agora temos que lidar com esses resultados, e como podemos eliminá-las? A única forma de se eliminar uma erva daninha é cavar bem fundo para retirá-la completamente sem deixar nenhum pedacinho da raiz.

Deus trouxe à minha mente um ocasião quando uma das minha filhas, por volta dos 4 anos de idade, começou a apresentar um comportamento negativo. Na hora das refeições ela não conseguia ficar sentada à mesa. Ela comia uma pouquinho, e saia da cadeira e começava a andar em volta da mesa. Eu a chamava e ela voltava, comia mais um pouquinho e saia novamente, dava uma voltinha e simplesmente não conseguia ficar sentada. Lutei com este comportamento por vários meses. Conversava com ela, ameaçava, mas sem resultado. Um dia até fiz uma brincadeira sobre isso. Peguei uma fita bem bonita e falei que ela era um presente e que eu ia amarrá-la na cadeira e que ela não podia sair até o final da refeição. Ela riu e gostou da ideia, mas em pouco tempo a fita já não funcionava.

Um dia, muito frustrada perguntei para ela: “Por que você sai da cadeira toda hora?”, ela olhou para mim rindo e disse: “Porque eu sou Hellen Keller”. “Como assim?” Eu perguntei sem entender. Ela continuou rindo correndo ao redor da mesa e me disse: “Lembra do filme da Hellen Keller? Ela fica andando em volta da mesa.” Imediatamente entendi. Naquela época tínhamos um desenho animado que contava a história de Hellen Keller, e em uma das cenas aparecia Hellen ainda menina, andando em volta da mesa mexendo nos pratos dos demais, pois seus pais ainda não sabia como educá-la após a cegueira e ela estava literalmente crescendo como uma “erva-daninha” sem controle algum.

Naquele dia, tive um conversa com minha filha, explicando que ela não era Hellen Keller, explicando também que assim como era errado Hellen sair da mesa na hora das refeições também era errado para ela, e que que assim como Hellen aprendeu depois a se comportar corretamente ela também precisava aprender. Aquele foi o fim do problema. Algo tão simples como perguntar porque ela estava agindo daquele modo e explicar porque não devia, foi o suficiente para solucionar um problema que estávamos tendo à meses.

Essa experiência me ajudou a entender a importância de sempre chegarmos à raiz do mal ao lidarmos com algum problemas com nossos filhos. Com certeza, a solução nem sempre vai ser algo simples como uma pergunta, Talvez precisaremos conversar com eles, observar as influências e retirá-las e até poderemos descobrir que a raiz do mal tenham vindo do nosso próprio mau exemplo no passado.

Muitas vezes, na pressa do dia a dia, não queremos parar nossas responsabilidades para resolver certos problemas, aplicamos uma consequência rápida e achamos que é o que basta. As vezes o problema aparece novamente, aplicamos a consequência mais uma vez e no fim, acaba nunca sendo resolvido. Não tomamos tempo para cavar bem, e tirar todos os pedacinhos de raízes do mal que possa existir ali. O ditado “a pressa é inimiga da perfeição” se encaixa muito bem na questão do cultivo do jardim o coração dos nossos filhos. Precisamos nos dedicar mais a solucionar os problemas pequenos antes que eles se tornam grandes.

Somos muito tentados a ver comportamentos ou hábitos negativos e pensar que no futuro serão resolvidos, mas a verdade é que no futuro só aumentarão de tamanho, e se transformarão num arbusto ou árvore muito mais difícil de ser arrancada, ou também poderão se espalhar e produzir muitas outras ervas daninhas e o trabalho se tornará muito mais difícil.

Deus que é o Mestre Jardineiro do nosso coração que nos ensinar inúmeras lições que nos ajudarão como pais jardineiros no cultivo do solo do coração dos nossos filhos, tudo que precisamos fazer é tomar tempo para estar em contato com o livro que nos ensina essas lições, a natureza.

Abraço, Rute Bazan

Brincar… de quê?

Brincar é algo natural que faz parte da vida das crianças. Você já parou para pensar em como as crianças deveriam brincar dentro do plano divino de educação? Veja alguns conselhos interessantes que temos:

“As criancinhas deve-se permitir correr e brincar fora de casa, desfrutando o ar fresco e puro, e a vivificante luz solar. Estabeleça-se no começo da vida o fundamento de uma forte constituição física.” Fundamentos da Educação Cristã, p. 60.

Não se deve permitir que as crianças pensem que tudo na casa são brinquedos seus, para fazerem com tudo como lhes apraz. Deve ser ministrada instrução neste sentido, mesmo às crianças menores… Não deis às crianças brinquedos que facilmente se quebrem. Fazer isto corresponde a dar lições de destruição. Tenham elas alguns brinquedos, e que sejam fortes e duráveis. Tais sugestões, por pequenas que possam parecer, muito significam na educação da criança.

As mães devem guardar-se de educar os pequenos de maneira a se tornarem dependentes, e absorvidos consigo mesmos. Nunca os leveis a cuidar que são o centro, e que tudo o mais deve girar em torno deles. Alguns pais dedicam demasiado tempo e atenção para distrair os filhos, mas estes devem ser acostumados a se divertirem a si próprios, a exercer seu próprio engenho e habilidade. Assim aprenderão a estar satisfeitos com prazeres simples….

Com o encargo de muitos cuidados, pode a mãe algumas vezes achar que não terá tempo para instruir pacientemente seus pequeninos, e proporcionar-lhes amor e simpatia…. Concedei algumas de vossas horas de lazer aos filhos; associai- vos com eles no trabalho e nos esportes, e ganhai-lhes a confiança. Cultivai-lhes a amizade.” Conselhos aos Professores, Pais e Estudantes, p. 106, 107.

Alguns pais estudaram estes princípios e resolveram coletar ideias de brinquedos construtivos interessantes com os quais as crianças podem brincar, mas também aprender. Veja o resultado: 

Imitando a Vida*

Kit limpeza (mini vassoura, rodo e pá)

Kit cozinha (panelinha, fogãozinho, pratos, talheres)

Kit de ferramentas

Kit médico (com estetoscópio, termômetro, etc.)

Kit fazendinha

Kit jardim (pá, enxada, carrinho de mão, rastelo)

Máquina de costura infantil

Ferro de passar

Boneca bebê (roupas, mamadeira, banheira, etc.)

Carrinho de boneca

* Esses brinquedos se forem feitos com sucata ficam mais divertidos ainda.

Natureza:

Coleção Rochas/Pedras preciosas, folhas, conchas

Lupa

Microscópio

Telescópio

Animais de plástico (fazendinha, floresta, marinhos, aves, etc.)

Kits de jardinagem

Kits de explorador ou “sobrevivência”

Barraca

Lanterna

Cantil

Bússola

Coord. Motora Grossa:

Bicicleta

Motoca

Patinete

Bola

Raquete e bolinha

Pula corda

Bambolê

Coord. Motora Fina:

Lego

Bloquinhos de madeira

Quebra-cabeças educativos (cenas da natureza, corpo humano, sinais do trânsito, alfabeto, mapas, etc.)

Massa de modelar

Música:

Instrumentos musicais de brinquedo (ou reais)

Fazer instrumentos com sucatas

Ouvir CDs de boa música

Paradidáticos:

Tapete de borracha com letras do alfabeto ou números

Outros brinquedos que ensinem: números, cores, tamanhos, formas geométricas, profissões, etc.

Amarelinha de borracha

Globo e mapas

Material dourado (matemática)

Dicas para Memorização da Bíblia

A infância é uma ótima idade para começar a memorização da Bíblia. Com certeza você precisa usar este momento com propósito! Lembre-se do contexto do grande conflito que vivemos. Claro que o inimigo não vai deixar ser tarefa fácil, mas temos Jesus Cristo ao nosso lado. Ele nunca perde uma batalha! Porém, temos que usar nossos esforços de uma forma agradável e intencional.

Quando meus filhos era dessa idade eu praticava bastante esse costume e eles não esqueceram mais! Está fixado! Eu usei métodos diferentes. Aqui algumas dicas:

Além dos versos cantados, que é uma das formas favoritas e eficientes para crianças, você também pode colocar em sua rotina falar versos. Não apenas como uma “tarefa” para seus filhos, mas como algo agradável para toda a família. Alguns exemplos:

1. Após o culto em família falar um verso todo o dia. (Fique no mesmo verso até que TODOS consigam falar espontaneamente. Pode demorar o tanto que quiser. (1 Semana, 1 mês)

2. Após a oração para as refeições. Como tomamos de 2 ou 3 refeições juntos em família temos a oportunidade de falar o verso cada vez! Quando usei esse método imprimi com antecedência os versos e deixei ao lado dos pratos e toda a refeição falávamos. As crianças achavam o máximo e quando esquecíamos elas mesmas lembravam. Para essa ocasião gosto de usar versos que dão graças a Deus pelo dom da saúde e do alimento como salmo 103. (aos poucos). Falar uma vez só, pois todos estão com fome.

Se a criança não sabe ler, você pode fazer ou colar desenhos que os levem a pensar nas palavras.

3. Antes de dormir. Para me ajudar a lembrar eu imprimia e colava na parede do quarto. Ao mesmo tempo ia passando o dedo e já os ajudava e entender a questão da leitura.

Sugestão para a hora de dormir: “Em paz me deito e logo pego no sono, pois só Tu Senhor me faz repousar em segurança” Salmo 4:8.

4. Ao sair de carro. Sugestão: Versos que falam sobre o cuidado dos anjos.

5. No culto de pôr do sol de sexta-feira. Me alegro quando meu esposo normalmente escolhe ler os 10 mandamentos, como que uma boa “tradição”.

Lembre-se tudo nessa vida leva esforço e memorizar a palavra de Deus não é uma exceção. Seu entusiasmo também vai contar muito! Rosto sempre sorrindo nessas horas! Mesmo que seu filho faça cara feia. Você é o seu espelho dela e não ela o seu.

Lembro quando meus meninos memorizaram esse verso abaixo. Falávamos todas as noites antes de dormir e como é um verso bastante citado pelos pregadores sempre que ouviam sorriam e se sentiam familiarizados com a mensagem:

E em nenhum outro há salvação, porque não há nenhum outro nome dado aos homens debaixo do céu, pelo qual devamos ser salvos.” Atos 4:12.

Para finalizar alguns detalhes importantes:

– Não se demore muito nessas atividades para não ficar algo cansativo.

– Você pode escolher o mesmo verso para todos os momentos. Como o verso da lição da escola Sabatina. Você é quem decide o que é o melhor. Particularmente eu gosto de ter os versos combinando com a ocasião que está sendo vivenciada.

– A sua diligência trará o resultado esperado. Lembre-se o Espírito Santo e os anjos do céu estarão ao seu dispor. Se a sua filha não quiser falar, não tem problema, só de ver e ouvir o papai e a mamãe falando ela vai memorizar e um dia vai falar. Não tenha pressa em colher os frutos, mas sim em plantar a semente!

Angelica Gomide

Por Que Estamos Perdendo Nossos Filhos?

Se, porém, algum de vós necessita de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e nada lhes impropera; e ser-lhe-á concedida.” Tiago 1:5.

Talvez se perguntarmos para qualquer pai ou mãe cristão, o que mais desejam para seus filhos a resposta será: “Que eles sejam salvos”. No entanto, a realidade da maioria hoje em qualquer denominação é que grande parte dos filhos tem se afastado de Deus. O que está errado? Será que essa é uma geração que simplesmente não foi predestinada para a salvação? Ou será que existe algo de errado conosco e com nossos esforços para salva-los?

Algum tempo atrás um passarinho me ensinou uma grande lição sobre isso. Como moramos no sítio, ocasionalmente aparecem ratos nos arredores. Estávamos em uma luta com um rato em nossa varanda. Já havíamos tentando vários tipos de ratoeira sem sucesso, então resolvemos usar aquele tipo de ratoeira com cola. Colocamos uma isca no meio da ratoeira e fomos dormir esperando pegar o rato durante a noite. Na manhã seguinte, no entanto, o que encontramos foi um passarinho em pânico todo colado na ratoeira.

Fiquei muito frustrada com o que tinha provocado e resolvi salvá-lo. O estrago no corpinho dele foi grande, pois a cola era muito forte e todo seu peito e assas estavam grudados devido as suas muitas tentativas de escape.

Depois de muito esforço consegui separá-lo do papel e agora precisava tirar aquela cola de seu corpo. Comecei a cortar a penugem do peito e várias penas das suas asas que estavam muito grudadas. Depois, pensando no que fazer me lembrei que as vezes usávamos óleo de cozinha para tirar a cola da jaca de facas e outros utensílios. Passei óleo nas asas do passarinho, e consegui tirar um pouco da cola, mas não muito.

Eu me lembro de naquele momento ter desejado encontrar um manual de como resolver aquele problema específico, mas sabia que provavelmente não existe. Resolvi então dar uma olhada no Google e descobri que outras pessoas que tinham passado pela mesma experiência tinham passado farinha e esfregado nas asas tirando a cola. O problema é que eu já tinha colocado o óleo, então quando acrescentei a farinha o pobre passarinho ficou todo “empanado”.

Estava cada vez mais frustrada com minhas tentativas, mas finalmente consegui limpá-lo o suficiente e arrumei uma gaiola onde geralmente colocamos pássaros feridos que aparecem em casa. Coloquei comida, água e pensei em deixá-lo lá até que suas penas crescessem e pudesse soltá-lo novamente.

Quando estava para colocá-lo lá dentro, ele escapou das minhas mãos e começou a pular no chão, corri atrás para pegá-lo, e sem pensar puxei o coitadinho pelo rabo, mas a única coisa que peguei foi o rabo e o passarinho continuou pulando, agora sem o rabo. Minha frustração aumentava a cada nova tentativa de salvá-lo. Agora eu tinha um passarinho cotó, ainda meio lambuzado de cola, óleo e farinha.

Finalmente consegui capturá-lo e colocando-o na gaiola e imaginei que agora teria que mantê-lo ali por um bom tempo até que todas as penas do rabo crescessem novamente. Fiquei mais tranquila e fui fazer as tarefas de casa, pois já tinha perdido quase duas horas naquela “brincadeira”.

Algumas horas se passaram e minha filha volta e meia ia na gaiola olhar o passarinho. Numa dessas vezes ela veio correndo gritando e me chamando. Corri lá e o que vi me deixou horrorizada. O pobre do passarinho foi tentar beber água no potinho e como estava sem o rabo perdeu o equilíbrio, caiu na água e morreu afogado.

Fiquei extremamente frustrada e chateada e até chorei por ter causado tanto sofrimento ao coitadinho. Um passarinho completamente saudável morreu uma morte absurda, simplesmente por causa das minhas tentativas atrapalhadas de salvá-lo. Porque não fui direto ao método que o salvaria!

Você deve estar rindo com essa história, assim como a maioria faz quando me ouve contá-la. Essa história, no entanto, é muito triste, pois ela revela que nossos melhores esforços em tentar salvar alguém, podem na verdade estar levando-os ao caminho da perdição.

Como pais, muitas vezes decidimos que vamos fazer o melhor para salvar nossos filhos, então os colocamos na melhor escola, frequentamos a igreja que mais oferece atividades: desbravadores, coral, banda, etc. Adotamos critérios na escolha dos filmes que assistem, nas músicas que ouvem e atividades que participam, baseado no que nossos amigos cristãos estão fazendo. Entramos em vários grupos de WhatsApp sobre educação de filhos e até participamos de seminários sobre família, mas o tempo vai passando e as vezes vemos nossos filhos crescendo e  se distanciando de nós e de Deus. Por quê?

Muitas vezes ficamos tentando fazer o melhor, mas não buscar sabedoria na verdadeira fonte, no “Assim diz o Senhor”. Falhamos em acreditar que o Deus que criou o ser humano também nos deu o manual que nos ensina o caminho do êxito. Falhamos em manter aquela comunhão com Deus que possibilitará que o Seu Espírito nos guie de modo particular. Preferimos nos basear no que outros dizem ou tem a feito, em vez de ouvir Seus ensinamentos personalizados para nós. Como geração pós moderna sentimos que não há necessidade de voltar aos fundamentos da educação de filhos encontrados na Bíblia e nos conselhos inspirados por Deus. Parece que não se aplicam à nossa realidade e consideramos que psicólogos e educadores do Youtube estão bem mais atualizados e falam mais a nossa linguagem, e as vezes até sentimos que eles já devem ter lido os conselhos de Deus, pois falam coisas tão coerentes! No entanto, nós mesmos não queremos “perder tempo” estudando diretamente da fonte.

Deus deixou um manual escrito para nós com detalhes de como podemos educar melhor nossos filhos para o Seu Reino. Além da Sua Palavra, temos muitos conselhos preciosos com detalhes específicos de como educar nossos filhos em cada fase da vida. Mas será que temos tirado proveito disso?

As vezes quando palestro para pais pergunto quantos já leram livros como Educação e Orientação da Criança e meu coração fica apertado porque vejo pouquíssimas mãos se levantarem. Me preocupa ver pais tão ansiosos por seguir as melhores metodologias educacionais que o mundo oferece, mas não tão ansiosos por estudar o plano educacional de Deus. Me preocupa ver pais tão ocupados participando de inúmeros grupos no WhatsApp sobre educação de filhos, no entanto sem tempo para sequer dar atenção aos filhos. Todas essas atividades podem ser boas coisas, mas elas só somam à nossa experiência quando primeiro buscamos a Deus e estamos firmados em Sua Palavra. Ao tentarmos salvar nossos filhos sem antes conhecer o plano de Deus nossas tentativas poderão ser tão frustradas como as minhas tentativas de salvar o passarinho.

Deus deseja que busquemos a Ele individualmente. Que no dia a dia, estejamos tão perto dEle que possamos sentir que Ele está ao nosso lado nos fortalecendo e nos mostrando o que fazer, porque neste processo de buscá-Lo para salvar nossos filhos nós estaremos desenvolvendo a nossa própria salvação (Fl 2:12).

E como podemos fazer isto? Em primeiro lugar, buscando conhecimento em Sua palavra sobre como educar nossos filhos, esta deve ser a base. Precisamos todos os dias nos fortalecer como pais, seja através de uma leitura, devocional, ou algo específico para algum problema que estamos lidando. Depois, durante o dia precisamos pedir sabedoria para por em prática o que aprendemos. Mas apenas isto não garantirá o êxito total, porque o inimigo está constantemente ao nosso redor como um leão buscando maneiras de atacar nossos filhos. Então, cada vez que dificuldades surgirem, precisamos buscar a Deus, e deixá-Lo ser nosso “socorro bem presente na angústia” (Sl 46:1). E quando as coisas parecerem estar fora do nosso controle, precisamos interceder por nossos filhos, e fazer tudo que está ao nosso alcance para salvá-los, mesmo que forem adultos e não estiverem mais sob nosso teto.

Tenho tido a alegria de ver pais que as vezes vivem com simplicidade, com pouca escolarização, mas buscam praticar os conselhos de Deus, e o resultado é que Ele os tem abençoado e os filhos crescem decididos e fortes espiritualmente. Também tenho visto pais, que mesmo quando mais idosos se voltam aos princípios deixados por Deus e tem alcançado vitórias não apenas com os filhos já adultos mas com os netos através de sua influência e persistente trabalho e oração.

Os planos de Deus para a educação dos nossos filhos não são ultrapassados, são os melhores e os únicos que podem levá-los à salvação. Precisamos conhecê-los individualmente e estudá-los, precisamos vivê-los em nosso lar e ao fazermos isso estaremos sendo um testemunho vivo.

O chamado do Projeto Restaure tem sido ajudar famílias a passar por este processo para que possam educar os filhos com a certeza de que terão êxito. Por isso criamos o Curso Princípios da Verdadeira Educação, onde através das vídeo aulas, pais e educadores podem ter uma visão geral do plano educacional de Deus, e através das dicas de leitura e outros materiais complementarem podem estudar e entender os preciosos princípios deixados por Deus.

O mundo está cada vez mais cruel e os ataques do inimigos cada vez mais violentes. É hora de nos voltarmos ao “Assim diz o Senhor” e de termos certeza que estamos firmados na Palavra de Deus.

O Elemento Mais Importante para o Êxito

Que fator a ciência e o Espírito de Profecia unanimemente reconhecem como sendo mais importante que o gênio ou os talentos para se ter êxito e sucesso na vida?
Observando na escola a disparidade entre sucesso e inteligência e talento, uma professora resolveu aprofundar seus estudos na área de pesquisa e descobriu que o elemento mais importante para o sucesso de crianças e adultos é grit (no inglês). Muitos outros estudos também confirmam esta descoberta.
A tradução do dicionário para grit é:
1. Substantivo – saibro, areia (grossa), grãos/partículas (de pedra); determinação, sofrimento, coragem.
2. Verbo – ranger os dentes.
Ao ler isso, pensei no fato que se usa jatos de areia para polir e limpar metais enferrujados ou sujos. Pensei também na pedra no sapato. Essas coisas são abrasivas, doem, mas se nós rangermos os dentes diante da dor e continuarmos, isso é grit.
Nos escritos de Ellen White outro termo é usado: aplicação.
“A cada jovem se deve ensinar a necessidade e o poder da aplicação. Disto, muito mais do que do gênio ou talento, depende o êxito. Sem aplicação, os mais brilhantes talentos pouco valem, enquanto pessoas de habilidades naturais muito comuns têm realizado maravilhas, mediante esforço bem orientado. E o gênio, por cujas concepções nos maravilhamos, está quase invariavelmente unido ao esforço incansável, concentrado.” (Educação p. 232)
Talentos são aptidões, habilidades que podem ser físicas, mentais, sociais e emocionais, mas a aplicação ou grit é a qualidade de caráter que potencializa os talentos… e deve ser ensinada! Observe as palavras que ela usa para descrever aplicação: esforço bem orientado, esforço incansável, concentrado.
Quando as crianças acham que o sucesso numa tarefa ou na escola é resultado de talento, elas tendem a evitar tarefas mais difíceis onde possam ter um resultado mais baixo que indicaria falta de capacidade. Mas aqueles que entendem que boa nota ou sucesso é resultado de esforço, são muito mais prontos a perseverar e lidar com fracassos, pois sabem que o fato de tentar os ajuda a aprender. Assim, seja qual forem os talentos que observarmos em nossas crianças, é importante que as ensinemos a se esforçar, e a perseverar. Mas não é qualquer esforço, é o esforço orientado.
Você já viu pessoas que trabalham muito e produzem pouco? Às vezes não planejam, ou perdem de vista o objetivo e começam outra coisa, ou fazem o trabalho sem observar como pode ser melhorado. Pensar no que se faz com objetivo de fazer melhor, é uma maneira de pensar que pode ser desenvolvida e aplicada em tudo na vida – esforço orientado.
Hoje somos inundados com eletrônicos que nos distraem e nos desconcentram. Estudos mostram que quando somos interrompidos ou checamos nosso WhatsApp ou a internet, demora 28 minutos para nosso cérebro recobrar o nível de concentração. Ou seja, vivemos constantemente usando um nível inferior de concentração na tarefa que está à nossa mão.
Esforço concentrado é representado na Bíblia através desse verso: “Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças”… Ec 9:10. Quanto ao esforço incansável lemos as seguintes palavras de Jesus: “Mas aquele que perseverar até ao fim será salvo.” Mt 24:13
É claro que temos que levar em consideração a idade da criança e o nível em que está. Podemos ir ensinando aos poucos, com paciência e perseverança, por palavra e exemplo.
Que Deus nos ajude a desenvolver nas crianças e em nós mesmos esta característica tão importante para ter êxito na vida aqui e eterna!

Silvia Martins

Ensinando Idiomas para Crianças

Muitos pais hoje em dia se preocupam com o ensino de um segundo idioma para as crianças. Sabemos que na época em que vivemos é quase que essencial falar um segundo idioma, principalmente o inglês, seja para auxiliar na profissão ou estudo, ou para se preparar melhor para servir a Deus no campo missionário. Como diz o conselho: “Os jovens se devem estar habilitando para o serviço, tornando-se familiarizados com outras línguas, para que Deus deles Se sirva como de instrumentos para comunicar Sua salvadora verdade ao povo de outras nações.” (Conselhos aos Professores, Pais e Estudantes, p. 508).

Mas qual seria a idade ideal para iniciar o ensino de outro idioma? Pesquisas comprovam que os primeiros anos de vida de uma criança são os melhores para se aprender outro idioma. Quando nascemos, temos em nosso cérebro impressões para todos os fonemas existentes. Isso quer dizer que temos a capacidade de aprender multiplos idiomas ao mesmo tempo e sem sotaque. Tive a oportunidade de presenciar isso quando trabalhei em uma pré-escola nos EUA anos atrás e conviví com um menino de três anos de idade que falava português fluentemente por influência do pai brasileiro, falava francês fluentemente por influência da mãe francesa, e na escola estava aprendendo o inglês.

Essa facilidade de aprender idiomas ocorre mais nos primeiros anos de vida, antes das “podas neuronais” acontecerem. Conforme crescemos, os neurônios que não usamos são descartados e juntamente com eles essas impressões dos fonemas não utilizados. Se na infância aprendemos um segundo idioma no qual esses fonêmas são usados, eles permanecerão ativos em nossa mente.

Quando aprendemos um idioma depois de adultos, quando as impressões não estiverem mais presentes, ao tentarmos produzir fonemas que não fazem parte da nossa língua nativa, nosso cérebro escolherá o fonêma mais semelhante e isso resultará no “sotaque”. É o caso do famoso fonema “th” no inglês. A maioria dos brasileiros que aprende inglês quando adulto, têm dificuldade de pronunciar esse fonema e acaba usando o “d” ou mesmo o “f” no lugar do “th”.

Agora, é importante lembrar que não estamos falando aqui da alfabetização em dois idiomas ao mesmo tempo, mas apenas do desenvolvimento da fala. Devido a alguns fonemas e grafemas serem completamente diferentes em certos idiomas, já foi comprovado que a criança que tentar aprender a ler e escrever em dois idiomas ao mesmo tempo pode se confundir e demorar mais para se desenvolver. Em geral, então, é melhor que a criança seja alfabetizada em um idioma primeiro, depois no outro.

Algo interessante que as pesquisas também indicam é que se na infância a criança for exposta a outro idioma, mesmo que não aprenda a falar fluentemente, ela preservará na mente as impressões dos fonemas e terá menos sotaque quando aprender a falar o idioma mais tarde na vida. Vale ressaltar, no entanto, que essa exposição funciona melhor quando a criança é exposta à pessoas reais falando e interagindo no outro idioma, não apenas vídeos ou materiais digitais. Por incrível que pareça, existe uma diferença entre os dois. O cérebro assimila melhor os fonêmas “ao vivo”, do que através de alguma forma de mídia.

Um exemplo disso, foi a experiência que meus irmãos e eu tivemos em nossa família. Moramos nos EUA quando criança até aproximadamente os 5 anos de idade. Como vivíamos em uma comunidade brasileira e não frequentamos escola nesse período, nunca chegamos a falar o inglês fluentemente, mas pelo fato de termos convivido com o idioma, ao aprendermos a falar na adolescência adquirimos bem pouco do sotaque estrangeiro. O mesmo aconteceu com minhas filhas e várias outras pessoas que conhecemos.

Então se você gostaria de ensinar seu filho a falar inglês ou outro idioma, comece expondo-o desde cedo ao idioma que deseja ensinar. E como deve ser essa exposição? Se você não pode viver em outro país por um tempo, aqui vão algumas dicas de atividades simples que você pode fazer. Alguns dos recursos mencionados se aplicam ao inglês, mas podem facilmente ser encontrados ou adaptados a outro idioma:

– Se você fala um pouco do idioma ou conhece alguém que fale, converse com seu filho e ensine as palavras, pronunciando-as o mais correntamente possível. Recursos online podem ajudá-lo com a pronúncia correta como o Google Tradutor (https://translate.google.com/ ).

– Use livros ilustrados para contar histórias ou ensinar vocabulário.

– Ao ensinar as as palavras mostre os objetos para a crianças, não apenas diga “isto significa isto”. Quando mais sentidos as crianças usam para aprender, melhor fixam. Para crianças que já sabem ler, faça etiquetas com os nomes de objetos em sua casa para que quando ela ver o objeto ela se lembre do nome em inglês.

– Ensine “nursery rhymes” que são pequenos poemas rimados para crianças com gestos. As palavras com gestos ajudam a fixar.

Ensine músicas ou versos bíblicos cantados em inglês, especialmente aqueles que a criança já conhece em português. O Ministério Familiarizando tem alguns recursos online.

– Use bons vídeos, mas com muito cuidado e moderação. Lembrando-se dos danos irreversíveis que as telas podem causar às crianças. Leia este artigo para entender melhor. Uma sugestão de recurso é o Programa “Tiny Tots for Jesus” da TV 3ABN, um canal de televisão adventista nos EUA.

Bom ensino para você!

Rute Bazan