Esta é uma história verdadeira sobre um general americano. Não vou mencionar seu nome porque acho que vai lhe distrair da mensagem, mas quero lhe dizer que esse general era extremamente popular entre os americanos. Era um bom cristão, tinha um casamento feliz e todos o consideravam um homem extraordinário. Todos pensavam que ele era um exemplo fenomenal para a nação.
Esse general tinha apenas um filho e apesar de sua carreira exigir bastante de si, dedicava muito tempo a seu filho, porque o amava muito. O filho era a luz de sua vida, então dava sua vida por ele apesar das inúmeras atividades que tomavam seu tempo, e com o passar dos anos, valeu à pena. Seu filho prometia ser um maravilhoso exemplo para o país, assim como seu pai o era.
Certo dia os EUA entraram em guerra e o general viajou para liderar as operações no estrangeiro. Quando eles venceram a guerra aquele general se tornou o líder da nação que haviam conquistado até que um governo apropriado fosse estabelecido.
Agora então, como líder daquele país procurava favorecê-los, pois os sentimentos estavam tumultuados, o que é normal após uma guerra. Ele procurava ser fazer amigo daquelas pessoas para mostrar que não mais era o inimigo, não mais iria bombardeá-los. Então, como um gesto de amizade enviou seu único filho para estudar em uma das escolas do país.
Quando enviou o filho para a escola eles pensaram que aquela era uma boa oportunidade para revanche. Não sei exatamente como, mas fizeram uma incrível lavagem cerebral no jovem e o perverteram completamente até que ele se tornou totalmente infame e imoral, completamente alienado de seu pai e até mudou seu nome para escapar a pressão de ser associado ao seu pai.
Logicamente o general ficou de coração partido e idealizou um plano muito absurdo através do qual acreditava que poderia reconquistar seu filho. O filho não queria nenhuma associação com o pai, mas o pai criou esse plano que acreditava ser perfeito para conquistar seu filho de volta. A primeira vez que seus oficiais ouviram o plano disseram: Absolutamente impossível, nunca daria certo! Mas o general conversou com eles até os convencer e finalmente decidiram que o deixaram tentar.
O plano era mais ou menos assim. O general iria até a vila onde seu filho morava disfarçado de trabalhador comum e tentaria conquistar seu filho de volta. Você deve estar pensando como um general poderia fazer isso? Mas você precisa entender que ninguém esperava encontrar um general como ele nas ruas, ninguém antecipava aquilo, então ele se disfarçou e foi para a vila.
Para encurtar um pouco a história. Eventualmente o homem realmente se tornou amigo do rapaz e começou a convencê-lo a voltar à vida que havia desprezado. Começou a influenciá-lo lentamente a voltar ao seu pai. Certo dia, depois de um bom tempo, o jovem veio até o senhor – ele não sabia que era seu pai – e com lágrimas nos olhos contou-lhe que queria voltar e se reconciliar com seu pai, mas não sabia se o aceitaria de volta, por causa da maneira como havia desonrado seu nome impecável.
Então o homem também começou a chorar e lhe disse: “Eu tenho algo a lhe dizer. Sou um homem muito bem sucedido, tenho tudo que poderia querer, mas perdi a única coisa que realmente quero, aquilo que mais desejo – perdi meu filho, e deixei tudo para trás apenas para conquistá-lo de volta”. Então ele olhou para o rapaz e disse: “Filho, eu não me importo o quanto você desonrou meu nome, eu apenas quero você de volta”.
O jovem ficou pasmado porque não podia acreditar que seu brilhante e famoso pai, daria um tempo à sua carreira, convenceria seus oficiais a cooperarem com ele, ignoraria sua segurança pessoal, desconsideraria o protocolo americano apenas para tentar conquistá-lo de volta.
Aquele foi um ponto decisivo na vida daquele jovem que viveu o resto de sua vida para mostrar quão grato ele era para com um amor que deixara tudo para trás. E ele se tornou um grande exemplo para o país assim como seu pai o era.
Porque estou lhe contando essa história? Bom, em primeiro lugar, a primeira parte dessa história aconteceu no início do último século. A segunda parte da história ainda está acontecendo com todos nós. Porque nosso Pai celeste tem tudo que deseja no universo. Vamos pensar por um momento, Ele tem a adoração dos anjos, a lealdade dos mundos não caídos. Basta pensar e espaço ilimitado e beleza incomparável vêm à existência. Possui pavimentos de ouro e mares cristalinos sem fim. O tempo todo existe anjos ao seu redor e seres cantando, “Santo, Santo é Senhor Deus Onipotente”. Deus tem tudo que poderia querer no universo, exceto a coisa que Ele mais quer – o nosso coração.
Será que seria um pouco arrogante da minha parte dizer que isto é o que Deus mais quer no universo? Inicialmente até me questionei, mas depois pensei e decidi que não, sabe por quê? Porque quando Deus perdeu Sua conexão com este planeta, quando pecamos e quebramos aquela conexão perfeita com Ele, Deus tinha uma escolha a fazer, e sabe o que decidiu fazer? Ele decidiu arriscar Sua própria existência, a existência da Trindade – o Pai, o Filho e o Espírito Santo – o próprio Deus. Decidiu arriscar tudo para tentar nos conquistar de volta. Decidiu deixar Seu Filho vir a este mundo, e se uma coisa pequena tivesse dado errado. Por favor, tente entender isso, se uma coisa pequena tivesse dado errado no plano da salvação, não haveria outra solução, nenhum escape. Existiria a justiça eterna – Deus, e o pecado eterno – Jesus, caso Ele tivesse desobedecido. Deus estaria guerreando contra Si mesmo! O fundamento da felicidade do universo teria sido destruído, porque Deus de algum modo seria separado em dois. Incontáveis mundos teriam perdido sua felicidade, ela teria se evaporado em um instante.
Mas Deus estava disposto a tomar aquele risco porque queria nos conquistar de volta. E depois de Se colocar naquele risco, naquele enorme risco e ser bem sucedido, ainda assim continuamos aqui em baixo com corações rebeldes e não queremos Lhe dar nosso coração. Como você se sentiria, na história se quando aquele homem estivesse chorando e dizendo: “Filho eu apenas quero você de volta.” Como sentiríamos se o rapaz dissesse: “Você é meu pai? Tô fora, até mais”. Que sentimentos teríamos para com ele? Teríamos aversão a ele, certo? Mas não é exatamente isso que fazemos com Deus todo o tempo?
“Então filhos, venham a Jesus. Dêem a Jesus, a mais preciosa oferenda que é possível a você fazer, dê a Ele o seu coração.” Youth Instructor, 30 de junho, 1892.
Escrito por Natasha Nebblett. Traduzido e usado com permissão.
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